quarta-feira, 21 de julho de 2021

Uma verdadeira aula de história em mais um clássico do Iron Maiden




Hoje mais uma vez vamos explicar sobre uma canção do Iron Maiden que é uma verdadeira aula de história.

Uma pena que, mesmo sendo uma das maiores músicas já escritas pelo Maiden, eles nunca a tocaram em show algum. “Alexander The Great” obviamente conta sobre a história de Alexandre, o Grande, numa letra bastante autoexplicativa.

“Meu filho, consiga para você outro reino.
Pois este que deixo é pequeno demais para ti.”

A música já se inicia com uma frase de seu pai, o rei Filipe II, lhe disse quando ele tinha 16 anos.

“Perto do Oriente, em uma parte da Grécia antiga
Em uma antiga terra chamada Macedônia
Nasceu o filho de Felipe da Macedônia
A lenda, seu nome era Alexandre”

Alexandre III da Macedônia nasceu no ano de 356 a.C.

“Aos dezenove anos, ele se tornou o rei da Macedônia
E jurou libertar toda a Ásia Menor
Perto do mar Egeu em 334 AC
Derrotou completamente os exércitos da Pérsia”

Ele que era orientado pelo filósofo Aristóteles até seus 16 anos, assumiu o trono após o assassinato de seu pai, e comandou o exército grego na conquista da Pérsia, e também na invasão do Império Aquemênida, que governava a Ásia Menor.

“Os Egípcios sucumbiram também ao rei Macedônio
E ele fundou a cidade chamada Alexandria”

Ele fundou cerca de vinte cidades que levavam o seu nome, dentre elas, Alexandria, no Egito.

“Eles não seguiram para a Índia
Cansados do combate, da dor, e da glória”

Esse é um trecho errado na música, mas que não diminui em nada este clássico.

Porque na verdade o exército de Alexandre chegou sim até a Índia, onde recuaram e não batalharam, mas sim, eles chegaram.

“Alexandre, o Grande
Seu nome colocava medo nos corações dos homens
Alexandre, o Grande
Morreu de febre na Babilônia”

Aqui o refrão da canção, onde se exaltavam o nome de Alexandre, que o segundo maior conquistador de territórios de toda a história, atrás apenas de Genghis Khan.

Seu nome de fato colocava medo na maioria dos exércitos, pois ele era considerado o melhor comandante militar de sua época, e nunca foi derrotado em batalha.

Ele morreu no ano de 323 a.C no antigo palácio do rei Nabucodonosor II, na Babilônia, aos 32 anos, após dias de febre, provavelmente oriunda de uma noite de bebedeira.

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