Friday, March 16, 2018

SONGS OF INJUSTICE: DOCUMENTÁRIO SOBRE O HEAVY METAL EM PAÍSES LATINOS




Songs Of Injustice será lançado em Dezembro

Da mesma equipe responsável pelo documentário The Metal Islands, que fala sobre a cena do Heavy Metal nas ilhas do Caribe, será lançado em Dezembro desse ano um documentário sobre o Metal em países latinos.

Songs Of Injustice se concentra nas cenas do México, Chile, Peru e Argentina, e mostrará como bandas locais usam a música para falar sobre os aspectos sociais que os afetam.

O diretor Nelson Varas-Días, da Universidade Internacional da Flórida, diz que “O filme irá acabar com o mito de que os artistas de Metal da regiao não se uniram com as questões sociais e políticas do seu tempo e contexto”.

“O Metal na América Latina tem sido extremamente reflexivo sobre onde ele está incorporado. Esses artistas viveram a repressão política, as ditaduras, a tortura, o assassinato de populações indígenas e políticas extremas neoliberais que privatizaram seus abastecimentos de água. Essas questões se refletem na sua música, e nos foi concedido o privilégio de nos envolver em conversas profundas com músicos locais sobre esses temas. Não podemos esperar para o mundo poder ver isso. “

CHARLIE QUINTANA (SOCIAL DISTORTION, BOB DYLAN) MORRE AOS 56 ANOS




O baterista estava morando no México

Charlie “Chalo” Quintana faleceu na última terça-feira, 13, aos 56 anos.

O músico ficou conhecido por sua participação na banda The Plugz nos anos 70 e, especialmente, pelo seu trabalho como baterista do Social Distortion entre os anos 2000 e 2009.

Além disso, Charlie também já trabalhou com outros grandes nomes da música como Izzy Stradlin (Guns N’ Roses), Joan Osbourne e Bob Dylan.

Charlie Quintana nasceu em El Paso, no Texas, e se mudou recentemente para o México para cuidar de cães abandonados após “passar por momento difíceis onde muitas pessoas tentaram ajudá-lo e outros viraram suas costas”, segundo uma publicação no Facebook.

A causa de sua morte ainda não foi revelada.


Wednesday, March 14, 2018

documentário de Bruce Dickinson, Scream For Me Sarajevo,




O líder do Iron Maiden e sua banda fizeram um show em Sarajevo, em meio à violência que durou três anos e meio e levou a vida de mais de 10 mil pessoas.

O documentário apresenta cenas do show, juntamente com entrevistas com as pessoas que o tornaram possível e dizem ser sobre “pessoas extraordinárias que desafiam os horrores da guerra e os músicos que arriscaram suas vidas para fazer um show para eles”.

Em seu livro recente What Does This Button Do ?, Dickinson disse: “Nós não fomos protegidos, não havia nenhum plano e as balas eram reais, mas foda-se, fomos de qualquer maneira.

“O show foi imenso, intenso e provavelmente o maior show do mundo naquele momento para o público e para nós. Que o mundo realmente não sabia, não importava. Isso mudou a maneira como eu vi a vida, a morte e outros seres humanos “.

Scream For Me Sarajevo vai estrear no Reino Unido em 17 de abril, enquanto um DVD, Blu-ray, lançamento de vídeo digital e trilha sonora serão anunciados oportunamente.


JUDAS PRIEST INICIA A TURNÊ “FIREPOWER”; ASSISTA VÍDEOS





Firepower, novo álbum do Judas Priest, foi lançado no dia 09 de Março

A lenda britânica, Judas Priest, iniciou a turnê mundial do novo álbum, Firepower, no dia 13, na Pensilvânia, Estados Unidos.

O show marcou a primeira apresentação da banda com Andy Sneap na guitarra, que substituiu Glenn Tipton após esse decidir que não iria excursionar devido ao avanço do Mal de Parkinson. Sneap, além de produtor do novo álbum do Judas Priest, também toca nas bandas Hell e Sabbat.

Ian Hill, baixista, falou sobre a escolha de Andy: “Provavelmente veio durante a gravação do álbum. Andy é muito bom guitarrista, um excelente guitarrista, e acho que Glenn conseguiu confiar nele, o que é muito importante. Nós queríamos alguém que a gente conhecesse, se possível. A última coisa que você deseja é alguém entrar com sua própria bagagem, se você sabe o que quero dizer. E podemos confiar em Andy para fazer um bom trabalho, e acho que ele fará justiça às músicas. E essa foi a principal coisa – eu acho que foi a familiaridade com Andy. Temos um grande respeito por ele e com o trabalho que ele fez no álbum – quero dizer, isso parece fenomenal, ele fez um ótimo trabalho. Nós estamos tocando músicas do novo álbum, com o qual ele está totalmente familiarizado, e ele conhece muitas das partes. E ele também é um fã do Judas Priest – ele está nos ouvindo há anos – e ele se encaixa perfeitamente. Eu acho que ele vai se encaixar e acho que ele vai fazer um tremendo trabalho “.

01. “Firepower”
02. “Running Wild”
03. “Grinder”
04. “Sinner”
05. “The Ripper”
06. “Lightning Strike”
07. “Bloodstone”
08. “Saints In Hell
09. “Turbo Lover”
10. “Angel”
11. “Evil Never Dies”
12. “Some Heads Are Gonna Roll”
13. “Breaking The Law”
14. “Hell Bent For Leather”
15. “Painkiller”
16. “The Hellion / Electric Eye”
17. “Metal Gods”
18. “You’ve Got Another Thing Comin’ “
19. “Living After Midnight”


Tuesday, March 13, 2018

IRON MAIDEN PAGA R$ 450 MIL POR DIREITOS DE “HALLOWED BE THY NAME”




Steve Harris e Dave Murray fizeram acordo judicial com o ex-empresário da banda

A disputa judicial pelos direitos autorais da clássica canção do Iron Maiden “Hallowed Be Thy Name”, de 1982, chegou ao fim. O processo aberto pelo ex-empresário da banda, Barry McKay, alega que Steve Harris e Dave Murray reproduziram grande parte de “Life’s Shadown”, do Beckett, na canção de The Number of the Beast (1982).

Harris e Murray pagaram cerca de £ 100 mil (aproximadamente R$ 450 mil) a Brian Quinn e Robert Barton, compositores de “Life’s Shadow”. A banda se pronunciou sobre a decisão em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, 12.

“Não acreditamos que Brian Quinn tenha escrito as seis linhas em questão, há mais de 40 anos, como alegado por Barry McKay. Porém, em razão de taxas legais que podem potencializar os custos do caso na corte, decidimos fechar um acordo de £ 100 mil, uma fração do que a ação pedia.”

“Hallowed Be Thy Name” foi removida do set list do Iron Maiden em razão da ação. Mas, com o fim do processo, a música pode voltar a ser tocada nos shows da banda. Ouça “Life’s Shadow” e a canção do Iron Maiden abaixo.





ANDREAS KISSER DIZ TER MATERIAL NOVO PARA UM ÁLBUM SOLO



Guitarrista revela interesse em trabalho solo

O brasileiro Andreas Kisser revelou que possui “várias músicas” escritas para um possível álbum solo.

Durante uma entrevista com a Impact, o guitarrista confirmou que pensa em gravar o sucessor de Hubris I & II (2009) mas confessou não ter tempo: “Sepultura me mantém ocupado e tenho o De La Tierra também (…) Eu quero um álbum que explore coisas que eu não consigo fazer no Sepultura.”

O músico continua contando que apesar de ter utilizado alguns de seus materiais solo no último disco da banda, Machine Messiah (2017), ele sente a necessidade de buscar um som diferente.

“Mas eu não me vejo lançando algo sozinho nos próximos anos, porque tem muita coisa acontecendo agora. Mas quem sabe?”

Atualmente o Sepultura está em turnê para divulgar Machine Messiah, lançado em Janeiro de 2017 pela Nuclear Blast.



Monday, March 12, 2018

Judas Priest Firepower (Release)






Quarenta e oito anos e dezesseis álbuns na carreira de Judas Priest, os deuses do metal ainda estão em uma forma poderosa.Quatro anos depois do Redeemer of Souls. com a produção de

clássica de Tom Allom e Mike Exete,Os senhores do metal chegaram ao seu apice com esse grande álbum relembrando grandes obras do passado Como Painkiller.

Firepower, e suas catorze faixas que abrangem cinquenta e oito minutos, é o melhor trabalho de Judas Priest,com riffs destruidores Richie Faulkner realmente se estabeleceu sem sombra de dúvida como um substituto digno para K.K. Downing.com solos riffs grandiosos que remetem o headbanger aos bons tempos de heavymetal.

Firepower" entra para a galeria dos meus discos preferidos do Judas Priest. É, ainda, o melhor trabalho lançado pela banda neste século. "Demolition" (2001), ainda com Tim "Ripper" Owens, não tem fôlego; "Angel of Retribution" (2005), que marca o retorno de Rob Halford, não mostra a que veio; "Nostradamus" (2008), exagera no épico e é cansativo; e "Redeemer of Souls" (2014) soa como um registro de banda de garagem - até os membros do Priest já revelaram, pelas entrelinhas, que não gostaram de como o disco soou.

Antes tarde do que nunca: "Firepower" é um registro de qualidade e mostra não só uma banda pouco disposta a se aposentar, como, também, um grupo que está buscando atualizar sua sonoridade sem esquecer de sua história.

Alguns destaques entre as músicas de "Firepower":

- A faixa título, que abre o disco, é, sem exageros, uma das melhores da carreira do Judas Priest. O adjetivo "feroz" é perfeito para descrevê-la, pois é pesada e veloz além da conta. As bases de guitarra bem construídas por Glenn Tipton e Richie Faulkner e a bateria intensa de Scott Travis são os destaque


Children Of The Sun" também aposta na cadência, mas de uma forma mais pulsante. O peso da cozinha, formada por Travis e pelo baixista Ian Hill, é uma verdadeira aula para quem quer praticar heavy metal bem tocado.

- "Rising From Ruins", muito melódica, tem passagens instrumentais que grudam na cabeça. É incrivelmente bem composta, uma música completa

Flame Thrower", quase hard rock, conta com riffs incríveis e um groove que sai do lugar comum. É performática e deve agradar nos shows, caso seja tocada.

- "Spectre", que aposta no heavy tradicional, tem batida mais cadenciada e riffs bem puristas - Halford chega a incorporar King Diamond no meio da canção.

- "Lone Wolf" impressiona por sua influência doom. É uma das canções mais pesadas do disco e, provavelmente, dos últimos álbuns do Priest

No geral, além de ser o melhor disco do Judas Priest em 20 anos, "Firepower" mostra que a banda não está disposta a repetir fórmulas - muitas delas, criadas pelo próprio grupo e repetidas por sucessores no heavy metal. Aqui, o Priest explora diversos momentos de sua carreira - o speed metal de "Painkiller", o heavy clássico de "British Steel" e até o hard n' heavy dos anos 1970 - e inclui até referências externas, como passagens típicas de doom metal e insights semelhantes aos de álbuns da carreira solo de Rob Halford.

As composições soam renovadas, a produção de Tom Allen e Andy Sneap - que será guitarrista da turnê de divulgação após o Mal de Parkinson de Glenn Tipton ter avançado - tem muitos méritos e a performance técnica de cada integrante, incluindo o jovem Richie Faulkner, é digna de aplausos.

Com exceção de uma ou duas faixas, lá para o meio do disco, que não convenceram tanto e de algumas letras que poderiam ir além do ficcional, "Firepower" é consistente por completo. Tem cara de clássico. Quem gosta de heavy metal não pode deixar esse disco passar.











Rob Halford (vocal)
Glenn Tipton (guitarra)
Richie Faulkner (guitarra)
Ian Hill (baixo)
Scott Travis (bateria)

1. Firepower
2. Lightning Strike
3. Evil Never Dies
4. Never the Heroes
5. Necromancer
6. Children of the Sun
7. Guardians
8. Rising from Ruins
9. Flame Thrower
10. Spectre
11. Traitors Gate
12. No Surrender
13. Lone Wolf
14. Sea of Red