Friday, February 15, 2019

MARK MORTON REVELA QUE LAMB OF GOD ESTÁ TRABALHANDO EM NOVO DISCO E DIZ ESTAR ANIMADO



“Lamb of God está a todo vapor, com certeza”

Enquanto se prepara para o lançamento de seu primeiro disco solo, o guitarrista do Lamb of God Mark Morton revela que a banda continua ativa e está preparando novo material.

“Lamb of God está a todo vapor, com certeza”, ele contou durante uma entrevista na Full Metal Jackie, “Atualmente estamos trabalhando em um novo material e estou muito animado com ele”.

O último lançamento do Lamb of God aconteceu em maio de 2018 e foi o álbum de covers Legion: XX. Antes disso, o grupo havia divulgado um EP intitulado The Duke, em 2016.

Ainda sem previsão de lançamento para o disco do Lamb of God, os fãs podem esperar para Anesthetic, álbum solo de Morton que será lançado em 01 de março.

Ouça a entrevista completa logo abaixo.

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Thursday, February 14, 2019

MAX CAVALERA: “EU REALMENTE NÃO GOSTO DE ESCREVER AS LETRAS DAS MÚSICAS


O processo de escrita das letras não é uma parte que Max Cavalera aproveita

O vocalista e guitarrista Max Cavalera, do Sepultura e Soulfly, admitiu que não gosta escrever as letras das músicas.

Em entrevista à Heavy New York, falou “Eu realmente não gosto de escrever as letras. É algo que eu sou obrigado a fazer. É como lição de casa. Para mim, a parte legal são os riffs; eu nasci para isso. Quanto a escrever as letras, é um processo agonizante. Eu sei que coisas ótimas saem daí – coisas inspiradoras para as pessoas. Mas não é minha coisa favorita.”

Max disse que só aproveita a letra quando ela funciona com a melodia. “Eu gosto quando dá certo. Por exemplo, eu fiquei extremamente feliz quando terminei ‘Ritual’. É realmente muito legal ver essas músicas surgindo.”

Ritual, novo álbum de Max Cavalera, foi lançado em outubro.

Assista a entrevista abaixo:


KISS FAZ SHOW NO LENDÁRIO WHISKY A GO GO; ASSISTA




A apresentação no Whisky A Go Go faz parte da nova série da rádio SiriusXM

A lendária banda Kiss se apresentou no Whisky A Go Go para um show para convidados da rádio SiriusXM.

O show especial apresentou as músicas dos 45 anos de carreira do Kiss. Essa marca a primeira vez que a banda se apresenta em um club em 20 anos. Foi a primeira apresentação no famoso Whisky A Go Go, no Sunset Trip.

A rádio SiriusXM preparou uma série de apresentações ao vivo, a The Party Continues, com artistas se apresentando em pequenas casas de shows.

Assista aos vídeos abaixo:


Tuesday, February 12, 2019

EX-GUITARRISTA DIZ QUE MACHINE HEAD VIROU “PROJETO SOLO DE ROBB FLYNN”



Phil Demmel falou sobre sua saída do Machine Head e a relação com Robb Flynn

O guitarrista Phil Demmel recentemente se abriu sobre a saída do Machine Head. Ele disse que há alguns anos, ele e o vocalista Robb Flynn “não funcionavam mais como pessoas”. Também acrescentou que a banda se tronou um “projeto solo de Robb Flynn”.

Demmel explicou, em entrevista, o porquê de ter saído da banda depois de 15 anos. “Eu não vou falar mal da separação ou do Robb”, disse. “Eu acho que ele é um músico ótimo e o tempo em que passei no Machine Head foi maravilhoso. Os últimos anos não foram. Nós não funcionávamos mais como pessoas.”

O guitarrista continuou: “Eu acho que o Robb se distanciou do caminho de ser uma banda. Ele ficou no caminho dele. Em vez de estarmos no mesmo caminho, ou pedir para estarmos, apenas passou a ser ‘Isso é o que faremos’.”

Demmel disse que ele ele não estava completamente envolvido no processo criativo do álbum Catharsis, de 2018. Na verdade, ele diz odiar o álbum. “Eu escrevi a maior parte musical de ‘California Bleeding’. Mas então o Robb escreveu a letra por cima e eu só queria que… Eu e Dave McClain falamos sobre isso. Tipo, ‘Caramba, eu gostaria de ter meus riffs de volta’. ‘Não, não é assim que queremos que eles sejam usados. Então, nesse sentido, acho que se tornou um projeto solo do Robb Flynn. E não foi para isso que assinei o contrato. Os últimos anos se tornaram apenas coletar o cheque e eu não consegui fazer isso. Todo o stress e as conversas. E ‘não pode fazer isso’, ‘não faça isso’, ‘não fique aí’, ‘não diga isso’, ‘não cante para a plateia’, ‘não aponte’.”

Friday, February 8, 2019

IN FLAMES LANÇA NOVO LYRIC VÍDEO PARA “BURN”; ASSISTA



Burn” estará no próximo álbum do In Flames, o I, The Mask

O lyric vídeo oficial para a música “Burn” do In Flames já está disponível. A faixa estará no vindouro álbum I, The Mask a ser lançado em 1º de março.

O disco de 12 faixas reuni o In Flames com o produtor nominado ao Grammy, Howard Benson(Motörhead). Será mixado por Chris Lord-Alge (Linkin Park, Cheap Trick).

O vocalista Anders Fridén disse: “Esse álbum é realmente especial para nós. Desde o último disco Battles, estabelecemos nosso festival na Suécia e criamos uma ligação ainda maior com fãs. Isso foi uma grande inspiração para o álbum. Dedicamos I, The Mask aos nossos fãs.”

Assista ao vídeo abaixo:


Thursday, February 7, 2019

BLAZE BAYLEY, EX-IRON MAIDEN, LANÇA CLIPE DE “THE DARK SIDE OF BLACK”



Faixa faz parte do álbum Redemption of William Black, de Blaze Bayley

O videoclipe oficial da música “The Dark SIde Of Black” de Blaze Bayley, ex-Iron Maiden, já está disponível. A faixa faz parte do terceiro álbum da trilogia Infinite Entanglement.

The Redemption of William Black, lançado em março de 2018, concluiu a obra de ficção científica.

Esse foi o décimo álbum de Blaze na carreira solo, que veio depois dos anos em que ele foi vocalista do Iron Maiden.

Assista ao clipe abaixo:


MOTOROCKER (Entrevista)




Marcelus dos Santos, vocalista do Motorocker, falou sobre as mais de duas décadas da banda

Prestes a completar 27 anos de carreira, o Motorocker coleciona conquistas invejáveis. A banda já dividiu o palco com lendas como KISS, Guns’n’Roses, Motörhead, Iron Maiden eDeep Purple.

Surgida em Curitiba, a banda fundada por Marcelus dos Santos conquistou o Brasil nos anos 2000, com o bom e velho rock n’ roll. As influências de bandas como AC/DC e Nazarethforam reconhecidas não só pelo público. A banda foi convidada para participar dos tributos das duas bandas. O fundador do Nazareth, Manny Chalrton, inclusive convidou o vocalista para cantar na turnê brasileira de sua banda solo.

Ainda assim, o rock brasileiro urge por mais espaço. Mesmo bandas como o Motorocker, aplaudida por milhares de pessoas no Rock In Rio 2015, sentem que tanto a cultura quanto a realidade política e social do Brasil dificultam a proliferação da música. Com um novo álbum já pronto, a banda preferiu esperar as eleições de 2018 para lançá-lo, por exemplo.

Prestes a se apresentar no Curitiba Motorcycles nesse sábado, 09 de fevereiro, a banda separou um tempinho para conversar com o WIkimetal. Em entrevista para a coluna Orgulho Nacional, o vocalista Marcelus dos Santos falou como é ser uma banda de rock no Brasil atual:

– O Motorocker já tem mais de 20 anos de estrada. O que vocês acham que mudou na banda desse tempo para cá?

Com o tempo ganhamos mais experiência profissional. Nossa percepção das coisas em relação ao que fazemos hoje, nada tem a ver com a que tínhamos quando começamos. Estar nesse meio é praticamente estar em outro mundo. É só tocando, viajando, tocando em grandes festivais e abrindo shows de grandes bandas pra se adquirir esse tipo de conhecimento. Ficamos mais velhos, porém ficamos um pouco melhores no que fazemos.

– O rock tem mais ou menos espaço no Brasil agora?

Menos espaço. Senti isso gradativamente desde meados de 2012. Mas sabe como é, de uma hora para outra o rock volta com tudo. É um estilo de música que além do apelo rebelde, tem uma plástica muito forte em termos visuais.

– Qual é a maior dificuldade de viver de música num país em que a cultura não tem o respeito que merece?

Só ser brasileiro já é uma dificuldade. Estamos pagando há muito tempo a conta que muitos políticos bandidos nos deixaram, e isso não é uma coisa que anima as pessoas. As pessoas têm primeiro que comer, morar e pagar um monte de impostos sobre tudo. Aí, se sobrar alguma grana, ela vai gastar em show, CD, etc. Querendo ou não, trabalhamos com algo que é supérfluo no Brasil. Obviamente existem pessoas que colocam a cultura à frente de muita coisa, e são elas as responsáveis pela nossa banda e outras continuarem na ativa. Seria melhor pra todo mundo se o Brasil fosse melhor.

– Em uma outra entrevista, vocês comentaram que já tem um novo disco pronto, mas que não lançaram por causa do clima de irritação política do país. O quanto a situação política interfere no trabalho da banda?

Essa polarização política revelou muita gente doente. Por um lado é bom, pois nos livramos de problemas futuros, ao nos distanciar de gente problemática. Mas por outro, fica um clima de animosidade que é péssimo. As pessoas não conseguiam pensar em outra coisa antes das últimas eleições, então preferimos adiar pra esse ano o lançamento do novo trabalho. Aos poucos o povo está se acalmando e seguindo cada um a sua vida, que com certeza é mais interessante que política.

– O disco de 2006, Igreja Universal do Reino do Rock, ironiza alguns aspectos da religião. Como é pra vocês ver uma realidade onde a moral religiosa está cada vez mais presente e interferindo na produção cultural?

Eu não sinto isso mais, muito pelo contrário. Há uns 12 anos ficamos sabendo que chegaram a quebrar um CD nosso em um culto evangélico. Tinha gente que nos detestava e alguns chegaram a me falar pessoalmente que eu iria direto pro inferno quando morresse. Foi a época que mais fizemos sucesso e vendemos discos. Hoje sinto que as coisas estão muito mais calmas. Acredito ser efeito da globalização cada vez mais forte e a banalização da informação. Parece que muito pouca coisa hoje consegue impressionar as pessoas. Também existe muita mentira por aí e as pessoas andam mais desconfiadas de tudo.

– Vocês consideram que o rock no geral precisa de uma atitude mais revolucionária, de enfiar o dedo na cara das pessoas?

Não necessariamente. O rock sempre teve tema livre pra falar sobre o que quiser. Ter atitude não quer dizer fazer coisas idiotas só pra se parecer o “diferentão”. Ser revolucionário hoje pra mim é ser honesto, ter a cabeça livre pra pensar de forma imparcial a respeito de tudo, e agir com empatia. Hoje o que eu mais vejo é um monte de Maria vai com as outras. Parecem bonecos feitos em série, e de muito mau gosto.

– Muito tem se falado sobre a perda de relevância do rock e muitos ainda falam que o gênero pode acabar. Qual é a opinião de vocês sobre isso?

Nós passamos por uma fase de banalização geral das coisas. As pessoas estão sendo manipuladas o tempo todo e não estão se dando conta disso. Isso é péssimo culturalmente. Mas enquanto existir jovens indignados com alguma coisa se reunindo em um porão pra fazer um som, o rock nunca irá morrer. É desse sentimento que o Rock n Roll brota.

– Sobre o próximo álbum. O que vocês podem falar sobre ele? Qual vai ser a vibe do disco?

Fala de superação, força, contrabando, mosca, motocicleta e de se divertir loucamente. Igual aos outros trabalhos anteriores, porém novo.

– O Curitiba Motorcycles já é esse sábado. O que os fãs podem esperar do show?

Podem esperar muita energia e músicas inéditas. Aos poucos estamos revelando os temas e músicas do novo trabalho.

– Depois de tantos anos de banda, quais os próximos passos que pretendem seguir?

Seguiremos gravando discos e saindo em turnês para reencontrar o nosso maior patrimônio, que são os fãs. Queremos gravar um DVD ao vivo também. Não existe nada melhor pra se fazer nessa vida. É o que acho e acredito que os meus parceiros da banda também..


Fonte Wikimetal